sábado, 23 de agosto de 2008

APRENDENDO MAIS!






Curso de informática no NTE.

A turma buscando um pouco mais de
informações sobre Linux.

terça-feira, 5 de agosto de 2008





DEPOIMENTO DOS ALUNOS.

"Eu adorei o trabalho, porque eu aprendi muito, mais do que eu sabia sobre placas de trânsito. Agora eu já sei diferenciar uma placa urbana de uma de rodovia e também as causas de acidentes. Isso me mostrou mais a realidade do trânsito."(Adriane Gehrcke Diniz)-T51.

"Eu achei o trabalho muito legal e estimulante, porque nós aprendemos e as pessoas que assistiram também aprenderam alguma coisa, pois aplaudiram muito e comentaram a importância do trabalho. As placas ficaram perfeitas."
(Paloma Massuluni)-T51.

"Eu achei o trabalho do trânsito legal e divertido, além de ensinar outras pessoas sobre o trânsito. Todos os alunos se dedicaram muito a esse trabalho, confeccionando as placas, estudando, explicando e fazendo a exposição de outras coisas que não devem ser usadas no trânsito."(Bruno Grooss)-T51.

sábado, 2 de agosto de 2008

TROCA DE VALORES.

Enquanto as crianças aprendem e praticam os verdadeiros valores, a maioria dos motoristas dão prova de que, para eles, o que realmente os leva a obedecerem à Lei Seca é o valor das altas multas e não o valor de suas próprias vidas, e muito menos a dos outros, se é que se pode calcular o valor de uma vida! As entrevistas dão conta disso quando se ouve um motorista dizer:- ".....agora temos que nos cuidar né? A multa é muito grande diante do preço de um táxi....!" São reportagens que circulam em todas as mídias, todos os dias! E o pior, tem gente que ainda se diz prejudicada pela nova Lei!
Pena que a real conscientização dos verdadeiros valores ainda não acontece!
Quanto vocês acham que custou confeccionar esse cartaz? Executar essa aula? Praticar esse tipo de cidadania? Envolver, conscientizar e interagir com essas crianças? Não tem preço! É ação cidadã!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Respeite os limites!


PROJETO COMUNIDADE PRESENTE CIDADANIA CONSCIENTE


Local: Colégio Estadual Tancredo Neves
Rua Armin Shuartz s/n – Bairro Tancredo Neves – Santa Maria – RS

Duração: I Trimestre de 2008, extensivo ao restante do ano como parte de conteúdos desenvolvidos.

Clientela: Alunos de 5ª e 6ª série, extensiva às demais séries do ensino fundamental.

Público envolvido: alunos, professores, funcionários e comunidade do bairro.

Equipe responsável: Setor Pedagógico e professores da área de expressão.
Direção da Escola: Celita Silva.
Vice-diretora: Dirce.

OBJETO DE ESTUDO

Quais as principais circunstâncias que implicam no reconhecimento de símbolos de determinadas placas de sinalização entre os alunos e a comunidade da Escola Tancredo Neves e do bairro do mesmo nome.

FORMULAÇÃO DO PROBLEMA E OBJETIVO GERAL

Nas primeiras pinturas encontradas em cavernas, o homem já demonstrava sua vontade de ilustrar, identificar o mundo que o cercava. No princípio as caçadas pareciam os motivos mais eloqüentes para tal atitude. O ser humano passava a se identificar como caçador através de suas pinturas rupestres. Ele desenvolvia um simbolismo gráfico que, através de traços, passaria a ser um meio de identificá-lo como tal. Não podemos considerar, no entanto, que esse ato estava recheado de intencionalidades, que ele quisesse ser assim caracterizado para os humanos do século XX, por exemplo.
O homem desenvolvia os instrumentos para a sua sobrevivência. No início, instrumentos que serviam para caçar, pescar e, mais adiante, para sulcar a terra e assim gradativamente, conforme a escala do desenvolvimento tecnológico humano e, nem sempre conforme a necessidade deste.
De acordo com PRIETO, Luis j...Mensagens e sinais. São Paulo: 1973. Há um tipo particular de instrumentos, cuja aparição, provavelmente, se deu bastante tarde, quando a vida social – graças em parte ao próprio fato de que se usava instrumentos – já tinha atingido um grau de evolução considerável, são os instrumentos chamados “sinais”, cuja a função consiste em transmitir mensagens.
A partir disso fica mais claro entender o porquê do ser humano pintar suas habitações e caçadas. Ele precisava emitir mensagens e, os sinais foram determinantes para exercer influência sobre o grupo social qual ele estava inserido, cumprindo a função de identificador de uma cultura.
A sociedade desenvolveu seus costumes, seu modo de viver, e com isso seus instrumentos também se aperfeiçoaram, e conseqüentemente os sinais, os símbolos, enfim a linguagem.
A revolução industrial foi marcante para o processo de desenvolvimento das marcas e, por conseguinte, logotipos. Elas se tornam um elemento exclusivo de diferenciação e isso é de extrema importância num mundo onde cada vez mais marcas, símbolos, logotipos são colocados a nossa frente.
Neste trabalho a palavra símbolo assumirá caráter mais gráfico, visual, o traçado de uma forma, identificado mais propriamente com o propósito e as leis vigentes do país, visto tratar-se de um símbolo nacional com significado oficial, as placas de sinalizações de trânsito.
Para que o sinal (símbolo) seja apreendido é necessário que de um lado, o receptor perceba o propósito que tem o emissor de lhe transmitir uma mensagem determinada e, de outro, que ele identifique qual é a mensagem determinada. (Prieto, 1973)

Verificar as principais circunstâncias determinantes no reconhecimento e cumprimento dos símbolos de sinalizações de trânsito, entre os alunos do Colégio Estadual Tancredo Neves e comunidade do bairro como instrumento educativo na prevenção de acidentes de trânsito, presente dentro e fora da sala de aula, como parte integrante de uma sociedade consciente de seus direitos e deveres na construção e prática da cidadania.

OBJETIVOS

Verificar as circunstâncias mais expressivas no reconhecimento dos símbolos entre o público envolvido, o entendimento do código e cumprimento dos mesmos.
Desenvolver nos alunos, hoje como pedestres, mas amanhã como motoristas, o hábito da direção defensiva e responsável como parte do ensino aprendizagem, como potenciais ativos e multiplicadores na educação de trânsito solidária, visto que serão fiscalizadores em situações reais no trânsito.
Trabalhar a conscientização dos alunos e comunidade escolar enquanto pedestres e motoristas, a importância de conhecer, fazer e obedecer a leitura não verbal como parte da cultura do grupo social em que estamos inseridos, e o quanto esse hábito pode evitar pequenos transtornos e até acidentes de maiores conseqüência.
Mostrar a realidade com dados científicos que revelam elevação dos índices de acidentes com morte, e criar a necessidade de reversão dessa.
Desmistificar a idéia de que somente o motorista é responsável pelo número crescente de acidentes envolvendo veículos, de que os acidentes ocorrem por fatores isolados, e não por um conjunto de situações nem sempre consideradas com a devida relevância, situações essas que envolvem além das desobediências às placas, o uso inadequado e abusivo nas avenidas e passeios, de propagandas, lixeiras, postes de iluminações, fiações, péssima manutenção no plantio de árvores, bicicletas, motos e pedestres, todos disputando o mesmo espaça de maneira brutal com essa poluição visual, acrescida muitas vezes ao uso de bebidas alcoólicas, à desatenção causada pela correria da vida urbana. Tudo isso culmina com a enorme irresponsabilidade coletiva e o caos que hoje vivemos.
Preparar o aluno para contribuir na diminuição dos altos índices de acidentes de trânsito de forma natural, prazerosa e lúdica, considerando sua capacidade de interação, tornando-o cidadão consciente e também parte responsável, capaz de com suas atitudes também influir nas decisões do poder público, com relação ao disciplinamento das vias urbanas, Através do Código de Postura, Lei Municipal que dentre outras coisas, regula a circulação de veículos nas vias públicas e os diversos tipos de propaganda utilizados nos estabelecimentos comerciais, que poluem e atrapalham o tráfego.

JUSTIFICATIVA

O projeto justifica-se pelo alto índice de acidentes de trânsito envolvendo todas as faixas etárias, nas mais diversas circunstâncias, caracterizando a violência e a certeza do pouco investimento que a escola faz no potencial de multiplicadores de idéias e atitudes que tem, sob sua responsabilidade, o aluno, e pelo sentimento de responsabilidade coletiva que a situação exige que se crie de maneira global. A escola, jamais poderia se eximir de contribuir de forma tão eficaz e direta no que diz respeito ao assunto, frente à potencialidade da educação, investindo naquele que, verdadeiramente têm o poder de reverter essa realidade tão cruel do trânsito. Além do fato focado na violência no trânsito, tem a escola a oportunidade de trabalhar a interdisciplinaridade, haja vista a amplitude do tema, como por exemplo os diversos signos que a língua adquire através da linguagem não verbal.
A globalização e a idéia errônea que, geralmente os alunos têm, de que em “seu” território (bairro e arredores da escola), são “intocáveis” e que todos os demais componentes deste cenário têm obrigação de aceitar suas ações erradas em relação ao trânsito, sob o pretexto de que estão em área escolar às vezes, nos afasta de situações mais localizadas e acabamos, também, sendo coniventes com determinadas atitudes que só aumentam os índices de acidentes no trânsito.
Nesse propósito o projeto ora apresentado adquire relevância expressiva, pois pretende-se apontar circunstâncias que levam a comunidade, em especial os alunos, a reconhecerem, respeitarem, praticarem e fiscalizarem todo e qualquer símbolo (placas) de sinalização e, também, outras atitudes que auxiliem na prevenção e combate ao acidente de trânsito por imprudência.

METODOLOGIA

Os referenciais teóricos serão formados por materiais didáticos oficiais às provas de aquisição da CNH (carteira nacional de habilitação), Leis vigentes, (Federais, Estaduais e Municipais), laboratório de informática, livros, revistas, artigos ou quaisquer outras publicações que forem pertinentes ao tema desse projeto.
A amostragem será composta, inicialmente por fotos, vídeos, processos judiciais envolvendo crime de trânsito, palestras realizadas pelos órgãos competentes, estudo das leis que regulamentam o trânsito, exposição de índices de acidentes de trânsito com vítimas, traçando um paralelo entre os anos de 2007 até a presente data (I {trimestre de 2008} e materiais obrigatórios no veículo- acessório (triângulo, macaco, cinto de segurança, extintor, estepe), além da documentação do veículo e CNH em dia.
Os alunos e a comunidade conhecerão outros materiais utilizados pela Polícia Rodoviária, como “bafômetro”, “pardais”, “rastreadores” “radares” e materiais de testes que conferem ou não as condições físicas e psicológicas do motorista.

CULMINÂNCIA

a) Após o processo de estudos e aprendizagem, os alunos farão a confecção de placas sinalizadoras de trânsito em sala de aula a partir de materiais recicláveis (papelão, garrafas pet, tintas, papel, cabos de vassouras...), entre outros.

b) Exposição do material confeccionado, no recinto da escola ao grande grupo.

c) Exposição de outros materiais, considerados pelos alunos também como possíveis geradores de acidentes no trânsito como: o uso de chinelos ou de saltos altos; fones de ouvido; uso do espelho interno para outros fins que não sejam o de cuidar o trânsito durante a direção, como por exemplo, para retocar a maquiagem; o uso do celular; o ato de trocar o CD; o ato de acender um cigarro com o carro em movimento; o ato de comer ou beber, mesmo que seja água; o ato de dar atenção a crianças que estejam sentadas indevidamente no banco da frente, além do uso de medicamentos considerados relaxantes.

d) Durante a apresentação, os alunos explicarão os significados dos símbolos nas placas de sinalizações, o significado das cores destas, as diferenças existentes entre placas urbanas e placas de estradas e as conseqüências da não obediência destas.

e) As crianças reforçarão o apelo ao público, distribuindo mensagens e adesivos referentes à campanha nacional da Rede Globo “CORRER É O FIM” e vestidas com diversas fantasias de super-heróis e fadinhas milagrosas, com o intuito de chamar a atenção de que, no trânsito, não existem super-heróis.

f) Ao final, será elaborada pelos alunos, uma Cartilha Educativa com "dicas" e ilustrações de pequenas atitudes que auxiliam na prevenção de acidentes de trânsito, embasadas em suas próprias descobertas e a criação de um Blog Interativo

OBS: A avaliação será contínua e permanente, com ênfase para a participação e interação dos alunos em todas as disciplinas.

Tá na Mídia!

Olha aí galera do T. Neves!
O trabalho está dando o retorno esperado!

terça-feira, 29 de julho de 2008

Mantenha acesa a chama!






Que todo o coração seja sempre um símbolo de vida.

Alguns integrantes do Projeto Comunidade Presente, Cidadania Consciente.



COLÉGIO ESTADUAL TANCREDO NEVES

Início dos trablhos do projeto para exposição.

Alunos: Willian Soares dos Santos, Giovana Nunes da Silva, Paloma Massulini, Pâmela Massulini e Ana Carolina Nascimento de Farias.

domingo, 27 de julho de 2008