O projeto justifica-se pelo alto índice de acidentes de trânsito envolvendo todas as faixas etárias, nas mais diversas circunstâncias, caracterizando a violência e a certeza do pouco investimento que a escola faz no potencial de multiplicadores de idéias e atitudes que tem, sob sua responsabilidade, o aluno, e pelo sentimento de responsabilidade coletiva que a situação exige que se crie de maneira global. A escola, jamais poderia se eximir de contribuir de forma tão eficaz e direta no que diz respeito ao assunto, frente à potencialidade da educação, investindo naquele que, verdadeiramente têm o poder de reverter essa realidade tão cruel do trânsito. Além do fato focado na violência no trânsito, tem a escola a oportunidade de trabalhar a interdisciplinaridade, haja vista a amplitude do tema, como por exemplo os diversos signos que a língua adquire através da linguagem não verbal.A globalização e a idéia errônea que, geralmente os alunos têm, de que em “seu” território (bairro e arredores da escola), são “intocáveis” e que todos os demais componentes deste cenário têm obrigação de aceitar suas ações erradas em relação ao trânsito, sob o pretexto de que estão em área escolar às vezes, nos afasta de situações mais localizadas e acabamos, também, sendo coniventes com determinadas atitudes que só aumentam os índices de acidentes no trânsito.
Nesse propósito o projeto ora apresentado adquire relevância expressiva, pois pretende-se apontar circunstâncias que levam a comunidade, em especial os alunos, a reconhecerem, respeitarem, praticarem e fiscalizarem todo e qualquer símbolo (placas) de sinalização e, também, outras atitudes que auxiliem na prevenção e combate ao acidente de trânsito por imprudência.
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